A conspiração do Mundo

Tem-se debatido a interrogação sobre as origens do coronavírus-19 causador da presente pandemia. Os cientistas parecem empenhados em provar que este vírus não teve origem na tecnologia actual da engenharia genética; salienta-se que a ciência genuína não tem nada a provar, simplesmente, procura as causas e explicações para os fenómenos que aparecem; mais nada; um cientista nada tenta provar, apenas faz ou produz ciência; mais nada. Ainda que o coronavírus-19 não tenha resultado de manipulação pelas actuais tecnologias avançadas da engenharia genética, pois, ele sempre poderia ter sido produzido à maneira antiga, ou seja, pela metodologia que se usava antes do salto tecnológico que a engenharia genética desenvolveu na década de 60 do século passado; assim, tanto a mutação dos seus genes como a recombinação de material genético, pareceriam tão naturais que iriam, sempre, confundir-se com alterações evolutivas naturais. Perante a contingência da incerteza, torna-se necessária uma nova abordagem:
 - Quem ganha e quem perde com a dispersão deste vírus?
 - Quem ganha mais ou perde menos?
 - Porque é que a organização mundial de saúde se atrasou uma semana a tomar a decisão de emergência mundial?
 - Porque é que os cientistas chineses afirmavam que conseguiam controlar a epidemia que apareceu na sua cidade?
 - Porque é que o coronavírus-19 apareceu, exactamente, no único lugar da China que tem o seu único laboratório biológico que trabalha com vírus e outros materiais biológicos perigosos?
 - A máxima surpresa é que o laboratório do local chinês onde o coronavírus-19 apareceu estava precisamente a fazer experiências com esse coronavírus. Porquê?
 - E a China, tão densamente povoada e com tantas pessoas, apenas tem alguns casos de doença por coronavírus? Como é isso possível?
- E ninguém sabia de nada?
 - E de repente todos os meios de comunicação do mundo, todas as informações oficiais e todas as decisões políticas foram concertadamente tomadas, sempre no mesmo sentido e orientação, sempre concertadas. Porquê?
 - Ninguém sabia nada mas, de repente, tudo se fez, tudo caminhou no mesmo sentido! Será que foi por magia? Nada estava previamente planeado? Tudo bateu certo, tudo concertado, sempre tudo no mesmo sentido! Como é isso possível? A concertação do mundo?
 - De repente, à mesma hora, todos os países do mundo fazem a mesma comunicação oficial! E com as mesmas ideias e palavras! Até parece que foi decalcado! E ninguém sabia que o vírus iria aparecer? Estranho!
 - E o centro europeu para o controle de doenças em conluio, tácito ou implícito, com a organização mundial de saúde, também atrasou as decisões de protecção para Europa! O ECDC permitiu, assim, que o vírus alastrasse na Europa! Porquê?
 - A Alemanha permitiu que o coronavírus-19 alastrasse a partir da Baviera quando, efectivamente, aí deveria ter feito uma cerca sanitária! Porquê?
- Quem são os ganhadores e os perdedores com esta pandemia?
 - Quem tem algo a esconder e não quer revelar informação?
 - Quem está a fazer políticas de alianças e manipular a informação social?
 - Os vírus não conhecem fronteiras humanas, ora, se os países se mostram tão concertados nas suas decisões políticas, então, porque não fazem cercas sanitárias, precisamente onde elas são necessárias; isto é, independentemente das fronteiras políticas?
São imensas as perguntas que não têm resposta coerente porém, a interrogação mais intrigante é: Com esta pandemia, para onde caminha a humanidade? Com que intenção? Com que propósito? Com que finalidade? PORQUÊ?
Uma certeza é certa: Enquanto os representantes do povo continuarem a esconder informação, a manipular os meios de comunicação social, a meter medo ao povo, a amedrontar o povo, a tirar proveito pessoal com isso; pois, a sua representação nada representa! A democracia está prisioneira, foi aprisionada pelos representantes! É PRECISO LIBERTAR A DEMOCRACIA!
1 de Maio de 2020

O contrapoder da Abstenção

Actualmente, a corrente dominante do pensamento político tem assumido que a organização do tecido social apenas pode ser realizada pelo poder e em função desse mesmo poder. Apesar da imposição pela força, da divulgação permanente e persistente desse pensamento político monolítico, novas ideias têm surgido e destas, a mais racional, o contrapoder. O contrapoder não é uma nova forma de poder para combater o poder. O contrapoder é um não-poder que organiza toda a sociedade sem recorrer a relações de poder. O contrapoder não é a anarquia e o caos social mas aceita como princípio paradigmático que a sociedade é tanto mais justa quanto menos hierarquizada em relações de poder. O contrapoder é a Democracia Directa em toda a sua plenitude. O actual poder é a democracia representativa, o contrapoder é a democracia directa. Em democracia representativa elegem-se representantes que depois vão exercer poder sobre quem os elegeu; em democracia directa não se elegem representantes e por isso, neste regime representativo, não se vota. As pessoas que pretendem exercer directamente o seu civismo, a sua cidadania, o seu dever cívico, não votam. Quem vota em representantes jamais exerce o seu dever cívico, apenas permite que esses representantes exerçam o seu dever cívico pessoal mais, a seu belo prazer, o dever cívico daqueles que lhes deram os votos. Votar é uma infantilidade, é um autoengano de quem não consegue pensar: quem vota não pensa, quem pensa não vota! Eu NÃO VOTO! Quando os actuais representantes verificarem que nada representam, que não têm qualquer legitimidade representativa para governar, que não são bem encarados pelas pessoas, que as pessoas os não querem, não gostam deles; que até podem governar pela tirania e pelo medo mas não com o consentimento das pessoas; esses representantes começarão a ficar inquietos, a ter receio e medo, aí sim, começará a marcha para a Democracia Directa; primeiro com a queda da partidocracia e uma abertura dos partidos à sociedade cível, posteriormente com as candidaturas por cidadãos individuais (próprias da democracia participativa) e finalmente será alcançada a Democracia Directa na qual ninguém votará em pessoas ou grupos de pessoas para governar mas apenas em propostas de lei, referendos ou outras propostas de decisão sobre problemas encontrados na sociedade. Nessa altura teremos democracia, nessa altura farei propostas e votarei em propostas, nunca votarei em pessoas, portanto até lá… NÃO VOTO, NÃO VOTE !                                                 29 de Março de 2015

FONTES DA CORRUPÇÃO EM REGIMES REPRESENTATIVOS

Em qualquer regime representativo, há um pequeno número de representantes que tomam decisões em nome de um grande número de representados. Se os representantes usam partidos para obter votos dos representados então está-se na, tradicionalmente designada, democracia representativa. Em qualquer regime representativo, quanto maior for o nível de representatividade maior será o nível de corrupção. Nestes regimes a corrupção alastra a toda a sociedade, porque a representatividade também se encontra dispersa por toda a sociedade: seja nos partidos políticos, nas associações de classe, em associações religiosas, desportivas e de lazer etc. Onde há representação há corrupção e, numa sociedade assente na representatividade, os pequenos corruptos toleram os grandes corruptos porque sabem que também o são. Assim, todo o regime representativo é um regime de legalidade corrupta, baseado numa propaganda política corrupta, onde até os eleitores que votam corrompem a sua própria consciência ao entregar gratuitamente o voto ao bandido.
Ao nível dos governantes e representantes do Estado, a técnica da corrupção associa-se ás grandes obras públicas e ás privatizações. Os governantes sabem que o voto do povo lhes deu um incomensurável poder e nas obras públicas, assim como nas privatizações, vão entregar aos privados a adjudicação das obras ou então privatizam as empresas do estado; estas acções envolvem muitos milhões de euros, muito dinheiro. Por exemplo, 10 milhões de euros de corrupção numa obra pública ou numa privatização que envolva 1000 milhões; é um “grão de areia” que “ninguém nota”, mas frequentemente a corrupção atinge os 50% do dinheiro envolvido nas obras públicas e nas privatizações; sempre com prejuízo para o estado, isto é para todos nós, para toda a população. O grupo de bandidos corruptos constitui realmente uma organização criminosa e só não é tratada como tal porque fazem leis, igualmente leis criminosas, para se defenderem, para encobrirem a corrupção em que todos os políticos inevitavelmente estão envolvidos. Este é um Estado ilegitimo, um estado não consentido pelas pessoas honestas. Numa democracia representativa em que todo o dinheiro está entregue ao sector privado e o poder político está entregue aos representantes, estes corruptos representantes sabem que apenas ficam no poder alguns anos, pelo que entregam o poder aos privados, e os privados entregam o dinheiro aos representantes.
Ao nível das organizações sindicais e de classe, a corrupção dos seus representantes ou dirigentes, ocorre por benefícios no trabalho, progressões na carreira etc.
Ao nível de organizações sociais, religiões e clubes desportivos a corrupção dos seus representantes e dirigentes ocorre por consecução de licenças para obras privadas que de outro modo não conseguiriam, benefícios para os filhos, férias pagas etc.
Esta corrupção social de uma sociedade corrupta atinge até os chamados pequenos partidos, aqueles que nunca elegeram deputados; embora aqui num nível mais baixo, os lideres e representantes destes pequenos partidos obtêm benefícios sociais, profissionais e económicos de toda a ordem.
Para nos libertarmos desta sociedade corrupta é fundamental retirar poder aos representantes, cada pessoa deveria exercer o seu poder sobre a comunidade de um modo directo, sem representantes. Sem representantes não há corrupção. Uma sociedade sem representantes é uma sociedade de Democracia Directa. Para atingirmos uma Democracia Directa, ou as pessoas se organizam em grupos revolucionários, com resistência passiva, desobediência civil e outras técnicas de combate político, ou então as pessoas simplesmente no momento das eleições não votam e por isso não legitimam os representantes pelo que estes ou exercem a tirania ou se vêm forçados a libertar mais poder para as pessoas honradas.
Em qualquer dos casos existirão sempre duas categorias de tolos: os que pertencendo ás bases de um partido, votam na esperança de melhorar a vida, o que nunca acontece, e os tolos que votam por dever; estes últimos são tão irracionais que nem sequer sabem que não devem o voto a ninguém. Para dever é preciso primeiro prometer e se há alguém perito em prometer sem cumprir, esse alguém são os políticos. Por isso: VIVA A DEMOCRACIA DIRECTA!

A derrota do sistema político brasileiro

No Brasil o voto em políticos e partidos é obrigatório; no entanto, apesar das enormes restrições aos direitos, liberdades e garantias das pessoas que não votem; o povo brasileiro demonstrou corajosamente a sua oposição ao sistema político com uma elevada abstenção. Uma em cada quatro pessoas entre os 18 e 70 anos, portanto com obrigatoriedade de votar, decidiu abster-se, decidiu não entregar o seu voto aos bandos de malfeitores, aos políticos, todos corruptos que enriquecem às custas das pessoas; que mais não fazem do que parasitar as pessoas da própria comunidade. As pessoas preferiram submeter-se às multas e restrições que o sistema político-partidário lhes impõe do que entregar o seu voto aos malfeitores. Foram várias dezenas de milhões que se abstiveram de votar; aos cerca de 25% de abstencionistas ainda se adicionam 7% de votos brancos e nulos. A derrota do sistema politico brasileiro foi tão grande que a eleita presidente imediatamente tentou aproximar-se da Democracia Directa apontando um referendo, um plebiscito ou uma consulta popular, para mudança do sistema político; só que as pessoas já não acreditam em políticos. As pessoas ainda se lembram da contestação popular de 2013 em que esta mesma senhora também prometeu um referendo que nunca chegou a realizar. A corrupção, a mesquinhez e a degradação dos políticos é tão grande que nem à força-da-bala conseguem o voto! Aos parasitas políticos portugueses cuja estupidez leva a querer impor o voto obrigatório, pois aqui fica um elemento de coragem do povo brasileiro que será seguido em Portugal.                                                                                                                Pela Democracia Directa, Viva a Abstenção!

ESTADO A PAGAR DIVIDENDOS

Na cultura actual há, por vezes, uma exagerada visão economicista da sociedade. Sendo certo que as pessoas precisam de poupar e sem poupança não há investimento, é também certo que a vida não é só economia e gestão. No entanto aplicando esta visão ao estado, à república e à empresa que as gere temos: O estado é uma comunidade politicamente organizada; portanto organizada pelo poder e em função desse poder, ou melhor, o estado somos todos nós. A república é constituída pelo património material de todos nós, pelos bens públicos, pelos bens comuns. A empresa que gere a república e o estado, adopta uma firma, um nome; este nome é habitualmente o nome do respectivo país, nação ou estado. Esta empresa que gere os recursos, bens e património público tem os seus directores executivos escolhidos pelos accionistas. Accionista é cada pessoa, cada cidadão detentor de uma fracção da república, do património público, dos recursos públicos. Cada cidadão, cada accionista, com o seu voto elege a administração que vai gerir o seu e o nosso património, os nossos recursos. Se os administradores eleitos fossem realmente eficazes e eficientes; essa empresa gestora dos recursos públicos, teria que dar lucro e distribuir dividendos pelos accionistas, pelos cidadãos, mas esta empresa tem tido sempre orçamentos deficitários; não só não dá lucro como ainda cobra taxas e impostos aos seus accionistas, aos cidadãos que elegeram a sua administração. Está pois na altura de mudar o sistema, de acabar para sempre com as eleições de administradores, de devolver o poder aos accionistas que em assembleia geral passam a votar em propostas orçamentais e de decisão sobre o seu património, sobre os seus recursos, sobre a produção, enfim sobre a organização do estado e os bens da república. Um estado assim organizado, onde sempre se votam propostas e nunca em administradores nem governantes, é um estado mais eficaz e mais eficiente, capaz de gerar riqueza e distribuir dividendos pelas pessoas. É um estado de maior felicidade, maior bem-estar, maior longevidade. É um estado de Democracia Directa.                                        Dia 10 de Julho de 2014

partidos políticos destroem Portugal

Pelos resultados das eleições autárquicas e das europeias se conclui que 8 em cada 10 portuguêses, não gostam de partidos nem de políticos. Como aqueles que vivem directa ou indirectamente às custas do actual sistema político, são mais do que aqueles que votaram; também se conclui que já nem os políticos acreditam neste sistema. Está na hora de iniciar as mudanças conducentes a uma democracia mais directa:                   DEMOCRACIA DIRECTA 

A LEI ELEITORAL E A REBELIÃO DAS MASSAS

Os representantes e dirigentes partidários, com assento na assembleia da república, têm cada vez mais privilégios, as pessoas têm uma vida cada vez mais difícil. 
As eleições autárquicas 2013 mostram que as pessoas genuínas, cuja abstenção activa de votar em Portugal, foi de 47,4%, retiraram legitimidade aos representantes; sabemos também que os votos nulos, brancos, em pequenos partidos e em independentes dos partidos políticos, revelam que aproximadamente 60% das pessoas portuguesas não reconhecem legitimidade aos representantes que desde 1974, têm governado Portugal. 
Lisboa, a capital, está particularmente vulnerável pois, a abstenção activa de 55%, retira toda a legitimidade a qualquer representante. A tirania da democracia representativa oprime de tal modo as pessoas, que os focos de rebelião, que se fazem sentir por todo o país, a todo o momento poderão avançar sobre a capital. Os militares, forças militarizadas e detentores de armamento, conhecendo a falta de legitimidade dos tiranos representantes que aprisionaram a democracia, certamente irão apoiar as pessoas no combate por uma democracia popular, por uma DEMOCRACIA DIRECTA
As pessoas com experiência activa na política portuguesa sabem bem que, no sistema representativo tirânico e opressor actual, os cidadãos não se podem candidatar à assembleia da república, mas apenas os partidos. Para as autarquias o número de assinaturas requerido aos grupos de cidadãos independentes é tão elevado que lhes inviabiliza a candidatura. Quando os cidadãos que desejam participar na política activa como independentes, procuram um partido, já que o sistema o exige, os partidos actuam como autênticas máfias que não só recebem o dinheiro das subvenções do estado mas também extorquem o dinheiro do ordenado desses cidadãos. 
A máfia partidária, monopolista do acesso ao poder político, tem de terminar. A lei eleitoral tem de permitir que qualquer pessoa, que não pretenda delegar o seu poder de decisão política, o possa exercer directamente. A democracia está refém, está prisioneira dos partidos políticos. Se os partidos não criarem uma lei que liberte a democracia, não a devolverem aos seus legítimos proprietários, as pessoas de Portugal; os focos de rebelião, dispersos por todo o país, poderão avançar num combate pela DEMOCRACIA DIRECTA onde cada pessoa possa exercer o seu poder político directamente, sem partidos.

NÃO VOTO - NÃO VOTE

Os resultados eleitorais para o parlamento europeu no ano de 2009 revelaram uma abstenção de 63,22% mais 4,65% de brancos e 1,96% de nulos; portanto 69,83% das pessoas não votaram em partidos; não querem políticos, não querem ser governadas pela mais baixa escumalha da sociedade. A actual organização hierárquica do tecido social está a nos causar dano e sofrimento mas irá causar mais sofrimento e morte aos nossos filhos. As alterações ambientais ao nível planetário, são produzidas por esta sociedade altamente hierarquizada que a continuar vai dizimar o ser humano na terra. É preciso reduzir a hierarquia. As pessoas normais sabem que são mais capazes e mais competentes a tomar decisões do que esse bando de malfeitores que são os políticos defensores da actual hierarquia social. Mudar para uma Democracia Directa é reduzir a hierarquia social e colocar o poder de decisão nas mãos das pessoas. Para que as pessoas tenham poder, os actuais donos do mundo têm de o perder e por isso não lho podemos dar. O modo mais eficaz de não lhes darmos poder é NÃO VOTAR, com a abstenção as pessoas ganham os políticos perdem. Em 2009 contaram-se, só em Portugal 69,83% de pessoas que não votaram em políticos porque desprezam esses reles canalhas, vamos agora para 100% de ABSTENÇÃO, porque queremos afastar da sociedade esse bando de malfeitores de toda a Europa e do Mundo. A Democracia Directa ganha cada vez mais terreno. A vitória da Democracia Directa será a vitória das pessoas mas, acima de tudo, a vitória dos nossos filhos, a vitória da continuidade da vida na Terra. Em Portugal, se conseguirmos uma ABSTENÇÃO muito próxima dos 100% nas eleições para o parlamento europeu e outro tanto nas legislativas de 2015, teremos uma mudança de sistema que nos aproximará da Democracia Directa para isso: NÃO VOTO – NÃO VOTES !

Eu NÃO VOTO

As pessoas têm medo dos malvados políticos governantes e por isso aceitam ser maltratadas e espezinhadas pelas suas decisões, roubos e luxuosas extravagâncias. Os governantes políticos têm medo das pessoas e por isso se fazem acompanhar por numerosos guarda-costas, polícias militarizados e constantemente apelam a que as pessoas lhes dêm o voto para se sentirem aceites; os escolhidos e legitimados. Este sistema de medo não satisfaz a ninguém, a democracia representativa tem de ser substituída pela democracia directa. Em democracia directa o medo político é eliminado e as pessoas poderão viver em paz, poupando o dinheiro que os políticos consomem com os seus roubos e extravagâncias e com a sua segurança pessoal. Por isso nas próximas eleições para o parlamento europeu:   NÃO VÁ VOTAR.

Quem troika quer troika

O que é a troika? A troika é um conjunto de 3 instituições: Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu. O grande chefe que toma as decisões da Comissão Europeia foi primeiro ministro de Portugal e líder do partido social democrata e agora está-nos a troikar. A grande chefia que toma as decisões do Fundo Monetário Internacional é europeia da Europa. O fundo monetário internacional é apenas um fundo, é como que um fundo de investimento, no qual Portugal participa, no entanto, também este fundo internacional, chefiado pela europa, nos está a troikar e troika-nos bem, como se costuma dizer: “troika-nos à grande e à francesa”. Finalmente o Banco Central Europeu tem como segundo chefe decisor um português troikano, antigo líder do partido socialista e do banco de Portugal, foi para o banco central europeu para nos troikar ainda mais. A europa virou-nos as costas, viremos-lhe também as nossas. Nas próximas eleições, para o Parlamento Europeu, que se vão realizar em Maio, NÃO VOTEMOS! Quando os políticos nos vierem pedinchar o voto, dêmos-lhes com a troika, que é o que eles nos fizeram a nós! Nos EUA o Banco Mundial, por intermédio da sua Associação Internacional para o Desenvolvimento, faz empréstimos aos países sobreendividados sem cobrar quaisquer juros e frequentemente a fundo perdido. Na europa, os três troikanos da troika, cobram-nos juros injustos, porque a outros países como a Alemanha não os cobram, mas a nós cobram juros altíssimos e impossíveis de pagar.
Assim, nas próximas eleições para o parlamento europeu, que é quem controla a troika, NÃO VOTO. Os políticos que me dão com a troika, vão de mim, levar uma troikada; eu NÃO VOTO. Em meados de Maio 2014 estará sol irei-me divertir, para a praia, ao cinema, ler um livro e ...             NÃO VOTO – NÃO VOTES!      Portugal, 5-11-2013

NÃO VÁ VOTAR - NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES - NÃO VOTE !
Vivemos num sistema representativo no qual as pessoas votam em partidos para o governo e municípios ou noutras pessoas para a presidência da república. O voto é livre, ninguém é obrigado a votar, assim vou interpretar o significado do voto:
Votar num partido ou pessoa constitui um acto de infantilidade tacanha com fraca inteligência e baixa capacidade de raciocínio.
Votar em branco significa que se concorda com o sistema representativo mas nenhum dos representantes serve, quem vota em branco pretende um representante que se não apresentou a eleições.
Votar nulo tem muitos significados; desde um simples engano até um descontentamento expresso. Colocar palavrões nos votos não vale a pena pois os verdadeiros responsáveis nunca chegam a ver ou conhecer esses palavrões. O voto, ainda que nulo, significa sempre uma concordância com o sistema representativo.
NÃO VOTAR constitui a atitude e acção mais inteligente. Significa uma pessoa adulta e responsável que tem coisas mais importantes para fazer, na vida, do que ir perder o seu tempo a dar confiança aos políticos, ladrões de poder.
Toda a pessoa que ao votar não garanta para sí um cargo ou posição que lhe permita grandes recompensas e, ainda assim, vai perder o seu tempo a dar esse voto a outros que com ele vão lucrar; esse votante só pode ser tolo, incapaz ou louco. Ainda que seja uma ovelhinha amestrada ou uma maria-vai-com-todos, continua a ter falta de raciocínio e fraca inteligência pois, se pensasse verificava que votar, dar o voto a outros para depois lhes obedecer é das maiores tacanhices, das maiores fraquezas que se pode ter.
O voto em pessoas e partidos nunca tem justificação. O voto, apenas se aceita quando é feito em propostas cuja escolha permita um ganho directo e imediato ao votante. Mas votar em propostas é outro sistema, votar em propostas é democracia, é uma democracia directa que os políticos, ladrões de poder, não permitem.
Por isso, NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES - NÃO VOTE !

O banquete em semidemocracia

Quer saber como são distribuidas as honrarias, os privilégios, as deliciosas iguarias e as “fatias do bolo” por entre aqueles que enriquecem ás suas custas?
Aqui vai: Lei n.º 40/2006, de 25 de Agosto
Artigo 7.o
Lista de precedências
Para efeitos protocolares, as altas entidades públicas hierarquizam-se pela ordem seguinte:
1) Presidente da República;
2) Presidente da Assembleia da República;
3) Primeiro-Ministro;
4) Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e Presidente do Tribunal Constitucional;
5) Presidente do Supremo Tribunal Administrativo e Presidente do Tribunal de Contas;
6) Antigos Presidentes da República;
7) Ministros;
8) Presidente ou secretário-geral do maior partido da oposição;
9)Vice-presidentes da Assembleia da República e presidentes dos grupos parlamentares;
10) Procurador-Geral da República;
11) Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas;
12) Provedor de Justiça;
13) Representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira;
14) Presidentes das Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas;
15) Presidentes dos Governos Regionais;
16)Presidentes ou secretários-gerais dos outros partidos com representação na Assembleia da República;
17) Antigos Presidentes da Assembleia da República e antigos Primeiros-Ministros;
18) Conselheiros de Estado;
19) Presidentes das comissões permanentes da Assembleia da República;
20) Secretários e subsecretários de Estado;
21) Chefes dos Estados-Maiores da Armada, do Exército e da Força Aérea;
22) Deputados à Assembleia da República;
23) Deputados ao Parlamento Europeu;
24) Almirantes da Armada e marechais;
25) Chefes da Casa Civil e Militar do Presidente da República;
26) Presidentes do Conselho Económico e Social, da Associação Nacional dos Municípios Portugueses e da Associação Nacional das Freguesias;
27) Governador do Banco de Portugal;
28) Chanceleres das Ordens Honoríficas Portuguesas;
29) Vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura;
30) Juízes conselheiros do Tribunal Constitucional;
31) Juízes conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça, do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal de Contas;
32) Secretários e subsecretários regionais dos Governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira;
33) Deputados às Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas;
34) Comandante-geral da Guarda Nacional Republicana e director nacional da Polícia de Segurança Pública;
35) Secretários-gerais da Presidência da República, da Assembleia da República, da Presidência do Conselho de Ministros e do Ministério dos Negócios Estrangeiros;
36) Chefe do Protocolo do Estado;
37) Presidentes dos tribunais da relação e tribunais equiparados, presidentes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos, bastonários das ordens e presidentes das associações profissionais de direito público;
38) Presidentes da Academia Portuguesa da História e da Academia das Ciências de Lisboa, reitores das universidades e presidentes dos institutos politécnicos de direito público;
39) Membros dos conselhos das ordens honoríficas portuguesas;
40)Juízes desembargadores dos tribunais da relação e tribunais equiparados e procuradores-gerais-adjuntos, vice-reitores das universidades e vice-presidentes dos institutos politécnicos de direito público;
41) Presidentes das câmaras municipais;
42) Presidentes das assembleias municipais;
43) Governadores civis;
44) Chefes de gabinete do Presidente da República, do Presidente da Assembleia da República e do Primeiro-Ministro;
45) Presidentes, membros e secretários-gerais ou equivalente dos conselhos, conselhos nacionais, conselhos superiores, conselhos de fiscalização, comissões nacionais, altas autoridades, altos-comissários, entidades reguladoras, por ordem de antiguidade da respectiva instituição, directores-gerais e presidentes dos institutos públicos, pela ordem dos respectivos ministérios e dentro destes da respectiva lei orgânica, provedor da Misericórdia de Lisboa e presidente da Cruz Vermelha Portuguesa;
46) Almirantes e oficiais generais com funções de comando, conforme a respectiva hierarquia militar, comandantes operacionais e comandantes de zona militar, zona marítima e zona aérea, das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira;
47) Directores do Instituto de Defesa Nacional e do Instituto de Estudos Superiores Militares, comandantes da Escola Naval, da Academia Militar e da Academia da Força Aérea, almirantes e oficiais generais de 3 e 2 estrelas;
48) Chefes de gabinete dos membros do Governo;
49) Subdirectores-gerais e directores regionais;
50) Juízes de comarca e procuradores da República;
51) Vereadores das câmaras municipais;
52) Assessores, consultores e adjuntos do Presidente da República, do Presidente da Assembleia da República e do Primeiro-Ministro;
53) Presidentes das juntas de freguesia;
54) Membros das assembleias municipais;
55) Presidentes das assembleias de freguesia e membros das juntas e das assembleias de freguesia;
56) Directores de serviço;
57) Chefes de divisão;
58) Assessores e adjuntos dos membros do Governo.
Se não pertence a qualquer destas entidades, NÃO VOTE.
Se votar, Eles Ganham – Você Perde.
Em democracia directa, os privilégios não são distribuídos apenas para estas pessoas, mas para todas, por isso nas próximas eleições: NÃO VOTO - NÃO VOTE

A economia social e a democracia directa

Actualmente vivemos numa bipolarização social quanto aos bens económicos. Assim é que qualquer pessoa tem a noção dos bens que pertencem ao sector público e ao privado. Os partidos de esquerda pretendem um estado forte e totalitário, os partidos de direita pretendem um estado fraco e grandes privilégios para o sector e iniciativa privada. No entanto ambos esquecem o terceiro sector. A constituição da república portuguesa, no respeitante à organização económica, estipula no seu artigo 82º que a propriedade dos meios de produção pode ser pública ou privada, mas também do sector cooperativo ou social incluindo as propriedades comunitárias com autogestão, dos próprios trabalhadores e das sociedades mutualistas, sem fins lucrativos.
1 - A organização económica do sector público passa por entidades como: institutos públicos(IP), entidades públicas empresariais(EPE), organismos autónomos(OA), etc.
2 - A organização económica do sector privado passa por entidades como: sociedades por quotas(LDA), sociedades anónimas(SA), sociedades em nome individual, etc.
3 - A organização económica do sector da economia social passa por entidades como: cooperativas(COOP), instituições privadas de solidariedade social(IPSS), misericórdias, mutualidades, associações sem fins lucrativos, etc.
Os actuais dirigentes do terceiro sector da economia social, frequentemente usam os seus cargos para, com a cobertura legal de um estado liberal, deslocar bens económicos deste sector para o sector privado. No entanto, nem sempre assim foi, com a revolução industrial e a ascensão da burguesia ao poder, alguns anarquistas verificaram que um estado comunista forte era tão escravizante dos trabalhadores como um estado liberal com proprietários privados dos meios de produção; surgiu assim o terceiro sector da economia social constituído pelas cooperativas e mutualidades em que, nas assembleias gerais, cada pessoa tem direito a elaborar propostas e um voto, nas propostas de decisão, sobre a organização a que pertence; isto apróxima-se da DEMOCRACIA DIRECTA.
Nas empresas do sector privado, como as sociedades por quotas e anónimas, também se vota nas assembleias gerais; no entanto o voto faz-se de acordo com as quotas ou as acções detidas, ou seja não é um voto por pessoa mas quem tem mais acções tem mais votos.
Nas assembleias do sector público, seja por ser pessoa ou por têr acções, ninguém vota. Apenas um dirigente partidário totalitarista, impõe a sua vontade, por disciplina de voto aos seus deputados e toma autoritáriamente as decisões. No sector público, as pessoas não contam, ficam de fora.
A Democracia Directa não é uma mera organização da economia e do aparelho produtivo. Apesar de o terceiro sector, a economia social, se aproximar da DEMOCRACIA DIRECTA, esta é mais vasta, vai mais longe. A DEMOCRACIA DIRECTA, aceita os três sectores da economia (público, privado e cooperativo) mas extende-se a toda a comunidade política; é uma forma de organização do poder político com extensão ao poder legislativo, executivo e judicial, ao poder económico, ao poder armado, das forças militares, militarizadas e policiais, ao poder dos meios de comunicação, ao poder das organizações sociais como sindicatos, religiões, clubes, etc.
                                            Doutor Patrício Leite, 22 de Outubro de 2013

LOBOS E CARNEIROS


Com a Democracia Directa, não há lobos nem carneiros; há apenas pessoas individuais que defendem os seus interesses pessoais pelo uso do referendo. Com o uso do referendo, os políticos deixam de mandar nas pessoas, deixam de ter poder sobre os outros mas passam a ser trabalhadores normais que, executam  uma tarefa para que foram contratados por tempo determinado em concurso publico e se desobedecerem, são despedidos.

A Geração da desgraça - A Geração desgraçada


Os comunistas afirmam que a história é uma luta de classes. Tal afirmação não está correcta, de facto a história é uma luta de gerações, é do confronto entre as gerações que nasce o progresso e a riqueza ou, por outro lado, a miséria.
Como o próprio nome indica, o intervalo de tempo de uma geração vai desde a altura em que um grupo de pessoas começa a ser capaz de gerar filhos até ao tempo em que pode ser avó, isto é, os seus filhos podem agora gerar novos filhos.
Num dado momento temos, numa sociedade, a coexistência de várias gerações: avós, pais, filhos, netos, bisnetos. Cada uma destas gerações tem valores e necessidades diferentes e luta pelos seus interesses. Os filhos, adolescentes lutam para se libertarem dos pais; os pais lutam para ganhar dinheiro para alimentar a família, os avós lutam por uma vida folgada, sossegada e de lazer.
A actual crise de miséria económica a que chegamos é única e exclusivamente da responsabilidade da geração dos actuais avós. Foram estes preguiçosos que não trabalharam e ganharam ordenados muito acima daquilo que produziam e para manterem os salários altíssimos; para consumir, folgar e gozar férias, sem a respectiva produtividade, pediram dinheiro emprestado e se endividaram e agora obrigam a geração dos actuais pais a pagar a dívida que eles fizeram. Foram os actuais avós que fizeram um revolução, elegeram os seus governantes, aceitaram orçamentos de estado sucessivamente deficitários com o respectivo acumular de dívidas públicas, eles próprios pediam dinheiro por puro consumismo, com a dívida pública e privada sempre a aumentar e agora querem que seja a actual população activa a pagar o consumo que eles fizeram. Temos um destes avós a presidir à república que se quer manter a si e ao seu grupo geracional carregado de benefícios ás custas da actual população activa. Quem deve pagar as dívidas é a actual geração de avós reformados ou pensionistas, eles pediram eles que paguem. Quando um presidente de república abdica do ordenado de presidente para viver da reforma, algo está muito mal. Ainda por cima ele e os da sua geração, descontaram para a reforma, não da riqueza que produziram, porque nada produziram, mas do dinheiro que pediram emprestado para consumir, porque apenas consumiram.
A pensão de reforma deve apenas servir para a pessoa ter uma velhice e um final de vida digno, nunca para enriquecer; quem quiser enriquecer que trabalhe. Assim, a pensão de reforma nunca deve ser superior a 3 ordenados mínimos; tudo o que isto superar é uma injustiça para com a população activa. Com a actual crise económica, os actuais avós não devem receber qualquer pensão, esta deve-lhes ser retirada, pois eles nada produziram e tudo gozaram, tudo consumiram quando eram novos, à custa do endividamento.
Em finais do século XIX o estado português tinha uma das mais elevadas dívidas por défices e endividamentos sucessivos; em 1910 ocorre a queda da monarquia com a implantação da república. Hoje, precisamos de uma revolução; precisamos que o regime da democracia representativa seja abolido e se instaure a verdadeira democracia, a Democracia Directa. Os actuais avós não a querem, nós os pais a estamos a preparar, os nossos filhos a terão. Viva a Democracia Directa!
                                       Doutor Patrício Leite, 22 de Janeiro de 2013